Vogue testou: conheça o novo tratamento de combate as estrias


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por JULIA PITALUGA

Desde adolescência eu convivo com elas e já testei mil cremes caros, desde os comprados na farmácia da esquina de casa até aqueles importados que prometem milagres. Nenhum adiantava.

Então resolvi testar o método que chegou ao Brasil recentemente. Já tinha ouvido falar do Striort, mas não levei muito a sério depois da experiência negativa que tive anteriormente com o laser fracionado. Mas, como disse, resolvi dar uma chance e ver de perto o tal do método. Quem sabe?, pensei. Para tudo há uma primeira vez.

O Striort é uma técnica ortomolecular não invasiva, não cirúrgica, e - quase! - indolor, que estimula a renovação das células e a produção de colágeno. Sabemos que estrias são o rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele, formada por colágeno e elastina (responsáveis pela elasticidade).

São lesões lineares, geralmente paralelas, que podem variar em comprimento. Quando as estrias estão brancas é porque houve a interrupção da passagem da corrente sanguínea por aquela região

O método Striort consiste em um aparelho a vácuo, combinado com loções com princípios Ortomoleculares que, quando passadas na pele, traz o sangue para a superfície, estimulando a passagem da corrente sanguínea novamente para a região, tornando as estrias tratáveis.

O aparelho utilizado é uma espécie de sugador em formato de vácuo – vacuoterapia - que gera um fluxo de sucção de movimentos e repetições em determinada região da pele.

Não há uso de anestésico e o pós-procedimento não é doloroso. Confesso que me assustei com a vermelhidão após a sucção, mas logo percebi que era normal e, quanto mais vermelho ficava, mais o resultado seria positivo. Não digo que é indolor: há um incômodo que é gerado devido ao atrito constante do aparelho com a pele, mas não há perfuração, nem ruptura do tecido.

As sessões são realizadas com um intervalo de aproximadamente 20 a 30 dias. Os cuidados caseiros são orientados pelo profissional, mas o uso de produtos que estimulam a regeneração celular e a cicatrização do local é imprescindível para um bom resultado.

Me foi recomendado o auxílio do sabonete Argiloterapia (argila preta) e mais dois cremes ortomoleculares próprios do Striort, podendo ser substituídos pela pomada Bepantol.

É preciso seguir à risca as orientações e, principalmente, fugir do sol e utilizar filtro solar nas áreas que foram submetidas ao Striort. O risco de a estria pigmentar e ficar escura é alto.

Resultado até agora: a vermelhidão desapareceu nos primeiroscinco dias e, hoje, depois de doze dias, vejo uma melhora de 70% nas minhas estrias - faltando 18 dias ainda para a segunda sessão.

Importante lembrar que o Striort é mais recomendado mais estrias brancas.